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Nova política de crédito imobiliário pode injetar até R$37,5 bilhões na economia.

O governo federal anunciou uma reestruturação no modelo de crédito imobiliário que pode injetar entre R$20 bilhões e R$37,5 bilhões na economia através da modificação das regras de direcionamento dos recursos da poupança. A medida eleva o teto de financiamento do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) de R$1,5 milhão para R$2,25 milhões, e permite que a Caixa Econômica Federal financie até 80% do valor do imóvel e crie um sistema de incentivos para que os bancos ampliem a concessão de crédito habitacional. O foco é atender a classe média, que possui renda acima do programa Minha Casa Minha Vida mas ainda enfrenta dificuldades com os altos juros do mercado. O novo modelo será implementado de forma gradual, com início imediato e plena vigência a partir de janeiro de 2027.

Para corretores e imobiliárias a medida resulta em maior volume de negócios e comissões devido à ampliação da disponibilidade de crédito e ao aumento do percentual financiado pela Caixa, exigindo uma atuação mais consultiva para orientar clientes sobre as novas regras e melhores opções de financiamento. As incorporadoras ganham estímulo direto para novos lançamentos voltados à classe média, com maior previsibilidade de fluxo de crédito que favorece o planejamento de empreendimentos e aquece toda a cadeia da construção civil. Ambos os segmentos precisarão se adaptar rapidamente ao novo cenário regulatório e às oportunidades de um mercado em expansão. Essa reestruturação surge como uma resposta estratégica do setor e o sucesso dependerá da atuação dos profissionais, transformando mudanças regulatórias em oportunidades de crescimento.

Fonte: Grupoolx

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